História de músicas e músicos.

Jayrinho: Muito importante na minha adolescência, cresci ouvindo Jayrinho

Jayro Trench Gonçalves, também conhecido como Jayrinho foi um cantor, compositor, produtor e arranjador brasileiro. Mais conhecido por ter sido vocalista do Grupo Elo.

Jayrinho iniciou sua carreira musical durante os anos 70, quando se converteu ao evangelho, e criou um estilo próprio de músicas, com temáticas cristãs. Junto a Paulo Cezar, fundou o grupo Elo, gravou seu primeiro disco em 1976, chamado Calmo, Sereno e Tranquilo. A partir da obra, ambos, juntamente com outros músicos, formaram o grupo Elo e alcançaram notoriedade em todo o país.

Jayrinho gravou um disco solo em 1980, de título Um Dia, Jayrinho. Coincidentemente, no ano seguinte, o músico morreu em um acidente automobilístico, juntamente com sua esposa Hélia e um dos filhos, André. O LP "Um dia", tem músicas sublimes, tristes, como que anunciado sua morte.

Minha homenagem e meu agradecimento a Jarynho:




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Chuck Berry: Um dos músicos que melhor tratou a guitarra, criou uma escola.

C' La Vie ( É a vida...) - Gravação do Clip 1972:


Esta canção, C' La Vie ( É a vida...), foi composta por Chuk Berry em 1960.

A canção tornou-se popular novamente no lançamento do filme Pulp Fiction" em 1994, dirigido e co-escrito por Quentin Tarantino. A música foi tocada em um "Concurso de Twist" em que Vincent Vega (John Travolta) e Mia Wallace (Uma Thurman) competiram (e eram os únicos competidores mostrados no filme). A música adicionada um elemento sugestivo na narrativa. E Tarantino disse que a letra da canção de "Pierre" e "Mademoiselle" Deu a cena uma sensação única da Nova onda francesa dos anos 50 de dança".

A canção fala do casamento de dois adolescentes e o seu estilo de vida depois. Vivendo em um modesto apartamento, o rapaz encontra trabalho e eles começam a desfrutar de uma relativa prosperidade. Eventualmente, eles compram um um automóvel modificado para alto desempenho e viajam para Nova Orleans, onde o seu casamento aconteceu, para celebrar o seu aniversário. Cada estrofe termina com o refrão, "C'est la vie,' say the old folks, 'it goes to show you never can tell.'"[2]



Um dos maiores gênios do rock ‘n roll, Chuck Berry faleceu em 18 de março 2016, aos 90 anos, sendo encontrado sem vida em sua casa no Missouri. Numa carreira de mais de 70 anos, o guitarrista, que influenciou gerações, ganhou inúmeros prêmios, incluindo dois Grammies (para sua trajetória de vida e para a música Johnny B. Good), além de vários discos de ouro, platina e diamante.

Chuck Berry nasceu Charles Edward Anderson, em St. Louis, Missouri, em 1926. De uma família afroamericana de classe média, começou a se interessar pela música muito jovem e fez sua primeira aparição na escola Summer High School. Ainda no ensino médio teve problemas com a polícia e cumpriu uma sentença por roubo levado pelas más companhias, em 1944. Segundo Berry, em sua autobiografia, seu carro quebrou e ele e seus amigos roubaram um veículo que estava de passagem com uma pistola de brinquedo.

No reformatório para garotos em Algoa, perto da cidade de Jefferson, Missouri, ele formou um quarteto vocal. O grupo tornou-se competente o bastante que as autoridades permitiram que eles se apresentassem fora da facilidade de detenção. Berry foi liberado do reformatório em seu 21º aniversário, em 1947.

Em 28 de outubro de 1948 casou-se com Themetta “Toddy” Suggs e arranjou emprego em uma montadora de automóveis e, em seguida, como zelador do prédio onde moravam. Em 1950, Toddy Berry deu a luz à primeira filha do casal, Ingrid Berry. Ainda em 1950 formou-se em esteticista e começou a ganhar dinheiro suficiente para comprar uma casa própria – hoje tombada pelo patrimônio histórico.

No início dos anos 50, Chuck começou a tocar em bandas locais de St.Louis para aumentar o orçamento da família. O músico vinha aprendendo guitarra desde adolescente, inspirado por lendas como T. Bone Walker e Carl Hogan (guitarrista de Louis Jordan), além de fazer aulas com Ira Harris.

Em 1953, Berry começou uma longa relação musical com o pianista Johnnie Johnson, numa banda que tocava blues e baladas, mas, como a música popular predominante entre a população branca americana era mesmo o country, então, decidiu começar a tocar canções de country também para o público negro, que estranhou um pouco no começo, mas acabou gostando.

Chuck também participou de vários filmes e programas de tv; ao todo foram mais de 80. Entre eles: Rock Rock Rock (1956), This could be the night (1957), Mister Rock & Roll (1957), Go Johnny Go (1959), Let the good times roll (documentário) e Hail Hail Rock & Roll 1987 (documentário).

Além dos TV Shows, como American Bandstand, Shindig, Hollywood a Go Go, John Lennon & Plastic Ono band, Top of The Pops, Sonny & Cher Show, Shan Na Na show e Dave Lettermann. E vários prêmios como Grammys, Apollo Hall of fame, American Music Master Award, Kennedy Award e Polar music award, entre outros.

Chuck gravou pela Chess Records de 1955 a 1966, Mercury Records de 1966 a 1969, Intermediate em 1969 (ao vivo), Chess novamente de 1969 a 1975, e em 1979 gravou seu último disco, Rock it, pela Atlantic Records. De lá para cá, lançou também vários álbuns ao vivo e realizou várias gravações ao longo dos anos no estúdio Berry Park (seu imenso rancho em St. Charles, Missouri), que há vários anos vêm prometendo serem lançadas.

Memphis Tennesse:
https://youtu.be/yZKWamXTgjE



Fonte: Wikipedia



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