Faculdade de História na Estácio de Sá
Histórico Escolar






Meu Relatório de Estágio III - Final sem os anexos
RELATÓRIO DE PRÁTICA DE
ENSINO E ESTÁGIO SUPERVISIONADO DE HISTÓRIA III
Edson Iahn
São José, Junho 2017.
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Edson Iahn
RELATÓRIO DE PRÁTICA DE
ENSINO E ESTÁGIO SUPERVISIONADO DE HISTÓRIA III
Este
trabalho é pré-requisito para aprovação na disciplina Prática de Ensino e
Estágio Supervisionado de História III, do Curso de História (modalidade EAD), Supervisionado
pela professora Marta de Carvalho
Silveira, da Universidade Estácio de Sá.
São José
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SUMÁRIO
1. INTRODUÇÃO....................................................................................................................4
2. ESTRUTURA E FUNCIONAMENTO DA ESCOLA
2.1. Aspecto
Físico, Humano e Material............................................................................5
2.2. .
Projeto Político-pedagógico......................................................................................6
2.3. Escola
Como Grupo Social.........................................................................................8
2.4. Atividades
docentes e discentes................................................................................9
3. CONSIDERAÇÕES FINAIS..............................................................................................15
4. REFERÊNCIAS.................................................................................................................17
5. ANEXOS
5.1
Lista de
fotografias.....................................................................................................18
5.2
Atividades
Sociais na escola......................................................................................20
5.3 Material usados nas atividades em
sala de aula........................................................22
5.4 Documentos...............................................................................................................27
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1. INTRODUÇÃO
Meu estágio, da disciplina Prática de Ensino e
Estágio Supervisionado de História III, foi realizado no Centro Educacional
Municipal Antônio Francisco Machado, no horário noturno, na turma 301, 3º ano do
secundário do EJA. Supervisionado, na escola, pela professora de história
Mylene Silva de Pontes e pela diretora geral Sônia Madalena Ferronatto da
Silva. A
prática de ensino e estágio supervisionado prepara o futuro docente para ser um
educador mais completo, pois vivencia na prática o que aprendeu na teoria,
analisando o cotidiano da vida escolar em todos os seus aspectos: A estrutura
física da escola, o material disponível para que o corpo docente execute o planejamento
de ensino e a estrutura humana de funcionários.
Mas principalmente, coloca o estagiário no ambiente da sala de aula,
primeiro conhecendo e analisando o planejamento semestral de aulas, depois o
seu plano de aula diário e por fim a ministração dessas aulas junto à classe.
Muito Importante analisar a metodologia usada pela professora, suas ações e
atividades que aplica em sala de aula, verificando se os objetivos são
alcançados, que é o ensino e aprendizagem dos alunos. A professora de história Mylene
preparou um planejamento semestral muito organizado e definido, isso já foi
meio caminho andado, pois facilitou o controle do currículo no semestre,
pré-definindo os planos diários de aulas, adaptando as necessidades maiores,
que possam ocorrer, no decorrer do período. Conheci um método de ensino muito
eficiente, a professora conseguiu manter a classe interessada nas suas aulas,
usou uma variedade de atividades interessantes, com ampla participação dos
alunos.
O Centro Educacional Municipal Antônio Francisco Machado é localizado num bairro de classe média baixa, possui um amplo terreno e um prédio de 4 andares, em boas condições. Possui atualmente 22 salas de aulas, 16 banheiros, 1 ginásio de esportes coberto, duas quadras de esportes externas abertas, 1 bom auditório e um salão para eventos menores. Possui 1000 alunos, no Ensino Fundamental diurno e 250 alunos no período noturno, na modalidade EJA, nos cursos de Ensino Fundamental e Médio. O organograma administrativo da escola é formado por 1 diretora geral, 2 diretoras de segmentos, 2 coordenadores de alunos e 2 supervisores de professores. Sendo que, no total, a escola possui 127 colaboradores, incluindo docentes e funcionários do administrativo.
2. ESTRUTURA E FUNCIONAMENTO DA ESCOLA
2.1. ASPECTO FÍSICO, HUMANO E MATERIAL
O Centro Educacional Municipal Antônio Francisco Machado, foi inaugurado no dia 20 de março de 2003. Localizado no bairro Forquilhinhas, na rua Pedro Paulo de Abreu, SN, antiga rua Oswaldo Cruz, SN, município de São José, SC. A população do bairro é na sua maioria de habitantes de classe média baixa, um bairro que possui vida própria, pois possui toda a infraestrutura necessária para atender a comunidade local. Possui dois grandes supermercados, bancos, lojas variadas, postos de gasolina, cartório, um bom posto de saúde e outros colégios.
O C.E.M Antônio Francisco Machado é a maior escola do bairro, é chamado carinhosamente, pela comunidade, de “Forquilhão”. A escola possui um amplo espaço físico, o terreno tem uma área de 23.192 m2 e um prédio, em arquitetura retangular tradicional, com quatro andares, de área construída de 6.270 m2. Possui atualmente 22 salas, com carteiras e cadeiras em boas condições, 16 banheiros divididos por andar, em feminino de um lado e masculino do outro. Possui um amplo pátio, um grande ginásio de esportes, coberto, com capacidade para 1.500 pessoas sentadas em arquibancadas de cadeiras plásticas e duas quadras externas descobertas. Possui também um auditório com capacidade para 300 pessoas, confortavelmente sentadas, e que possui um salão anexo, para eventos menores, com dois banheiros.
O Centro Educacional Municipal Antônio Francisco Machado é localizado num bairro de classe média baixa, possui um amplo terreno e um prédio de 4 andares, em boas condições. Possui atualmente 22 salas de aulas, 16 banheiros, 1 ginásio de esportes coberto, duas quadras de esportes externas abertas, 1 bom auditório e um salão para eventos menores. Possui 1000 alunos, no Ensino Fundamental diurno e 250 alunos no período noturno, na modalidade EJA, nos cursos de Ensino Fundamental e Médio. O organograma administrativo da escola é formado por 1 diretora geral, 2 diretoras de segmentos, 2 coordenadores de alunos e 2 supervisores de professores. Sendo que, no total, a escola possui 127 colaboradores, incluindo docentes e funcionários do administrativo.
2. ESTRUTURA E FUNCIONAMENTO DA ESCOLA
2.1. ASPECTO FÍSICO, HUMANO E MATERIAL
O Centro Educacional Municipal Antônio Francisco Machado, foi inaugurado no dia 20 de março de 2003. Localizado no bairro Forquilhinhas, na rua Pedro Paulo de Abreu, SN, antiga rua Oswaldo Cruz, SN, município de São José, SC. A população do bairro é na sua maioria de habitantes de classe média baixa, um bairro que possui vida própria, pois possui toda a infraestrutura necessária para atender a comunidade local. Possui dois grandes supermercados, bancos, lojas variadas, postos de gasolina, cartório, um bom posto de saúde e outros colégios.
O C.E.M Antônio Francisco Machado é a maior escola do bairro, é chamado carinhosamente, pela comunidade, de “Forquilhão”. A escola possui um amplo espaço físico, o terreno tem uma área de 23.192 m2 e um prédio, em arquitetura retangular tradicional, com quatro andares, de área construída de 6.270 m2. Possui atualmente 22 salas, com carteiras e cadeiras em boas condições, 16 banheiros divididos por andar, em feminino de um lado e masculino do outro. Possui um amplo pátio, um grande ginásio de esportes, coberto, com capacidade para 1.500 pessoas sentadas em arquibancadas de cadeiras plásticas e duas quadras externas descobertas. Possui também um auditório com capacidade para 300 pessoas, confortavelmente sentadas, e que possui um salão anexo, para eventos menores, com dois banheiros.
Hoje, a Escola, possui 1100 alunos matriculados no Ensino Fundamental, nos períodos matutino e vespertino. No período noturno, atende a modalidade de Educação de Jovens e Adultos, EJA, com 250 alunos, matriculados nos cursos de Ensino Fundamental e Ensino Médio. Distribuídos entre as 22 salas de aulas, em 36 turmas diurnas e 8 turmas noturnas de ensino EJA. O organograma da escola é formado por uma diretora geral e duas diretoras de segmentos, anos iniciais e anos finais; Possui dois coordenadores de alunos e dois supervisores de professores; No total, a escola tem 127 colaboradores, entre funcionários do administrativo e o corpo docente.
Na questão de material disponível para os professores, verificamos que o colégio está bem estruturado, tem uma boa biblioteca, com livros didáticos e gerais suficientes para atender as demandas necessárias. Possui projetores modernos, portáteis, com entrada USB, facilitando aos professores em levar filmes, documentários, vídeos, projeções em powerpoint, mapas ou fotografias, enriquecendo em muito as aulas. A professora de história, Mylele da Silva Pontes, usou bastante esse recurso na turma 301. As salas de aulas possuem quadros verdes, com giz de várias cores e apagadores. Livros e materiais didáticos são distribuídos pelo MEC à Escola, que usa mais nas classes do ensino fundamental. Tem impressora e papel, mas com uso bastante controlado, boa parte do material a APP adquire com seus próprios recursos. Os alunos recebem alimentação diária, intercalando em salgado e doce, e os professores recebem vale alimentação. A sala dos professores é bem equipada, possui geladeira, micro-ondas, bebedouro com filtro, uma salinha com sofás e uma ampla mesa, com cadeiras.
2.2. PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO
Essa escola visa no seu Projeto Político Pedagógico proporcionar um processo de interação entre ensino e aprendizagem, envolvendo a construção e a elaboração, a transmissão e a aquisição de conhecimentos sistemáticos, para o desenvolvimento das habilidades necessárias, bem como para convivência social, crítica e transformadora. O C.E.M. Antônio Francisco Machado objetiva sua ação educativa, fundamentada nos princípios da universalização de igualdade de acesso, permanência e sucesso, da obrigatoriedade da educação básica e da gratuidade escolar.
A proposta é uma escola de qualidade, democrática, participativa, como espaço cultural de socialização e desenvolvimento do educando, visando também prepará-lo para o exercício da cidadania, através da prática e cumprimento de direitos e deveres. Atende as leis das diretrizes e bases da educação e a constituição nacional.
Este colégio considera a presença da família na escola de fundamental importância, pois se entende a mesma, como parceira no processo de ensino e aprendizagem. As reuniões com os pais são realizadas em datas previstas no calendário escolar, para manter essa proximidade. É necessário que a família e a escola se encarem responsavelmente como parceiros de caminhada, pois, ambas são responsáveis pelo que produz, podendo reforçar ou contrariar a influência uma da outra. Família e escola precisam criar, através da educação, uma força para superar as suas dificuldades, construindo uma identidade própria e coletiva, atuando juntas como agentes facilitadores do desenvolvimento pleno do educando.
A escola se fundamenta na proposta curricular do município de São José, baseada na concepção histórico-cultural, referendada no pensamento de Lev Seminovich Vygotsky. Assim entende-se o homem como um sujeito histórico, que transforma e é transformado nas relações produzidas em uma determinada cultura, ao longo da história da humanidade. A escola não deve se restringir apenas a transmissão de conteúdos, mas ensinar a pensar, ensinar formas de acesso, apropriação e uso do conhecimento, de modo que o indivíduo possa praticá-la autonomamente ao longo de sua vida escolar e em toda sua vida subsequente.
Outro ponto essencial, para o alcance de uma prática pedagógica competente é a avaliação. Frente a todo este processo, a avaliação deverá ser dinâmica e processual, um processo constante que aprimora o trabalho que está sendo proposto e que está diretamente ligada ao entendimento do conceito de zona de desenvolvimento proximal. A avaliação precisa levar em conta o fato de que cada aluno apresenta um nível de desenvolvimento e requer diferentes mediações para alcançar níveis de desenvolvimento maiores. Assim, a avaliação precisa ser pontual e levar em conta o processo de cada indivíduo.
Quando se trata de avaliar o progresso do aluno, o rendimento escolar representa apenas um dos aspectos da avaliação. A verificação do rendimento é importante, mas não deve se constituir em único instrumento para aprovar ou reprovar. A Avaliação da aprendizagem que vai além da aplicação de provas e que tenta verificar o rendimento do aluno através de produção livre, com expressões próprias, deve levar em conta todos os aspectos do individuo, predominando os dados qualitativos sobre os quantitativos. Nesse contexto, a avaliação é um instrumento de investigação do professor, em relação à aprendizagem do aluno, para analisar o que este já sabe, o que precisa saber, o que ele faz sozinho e o que faz com ajuda.
2.3. ESCOLA COMO GRUPO SOCIAL
A escola atual não deve ser
apenas um espaço sócio cultural, mas um espaço de socialização e de
transformação, onde todos docentes e discentes devem ser participantes,
respeitando as diferenças, mas tendo a igualdade de oportunidades de interação
para formação de uma sociedade melhor, mais solidaria e mais justa. A pergunta
é qual cidadão queremos formar? A escola também deve ser uma instituição
transformadora, no sentido de formar cidadãos melhores, como também no que
envolve a comunidade no seu entorno. Promover campanhas sociais envolvendo a
comunidade próxima, nesses quesitos, temos visto que o C.E.M. Antônio Francisco
Machado tem se esforçado em cumprir, na prática, aquilo que se propôs no PPP,
onde diz: “ Entende-se a sociedade como resultado da forma como os homens se
relacionam entre si ao longo do processo histórico. Considerada um espaço de
inter-relações, almeja-se uma sociedade participativa, onde todos tem o direito
de se apropriar, compartilhar e contribuir para a produção do conhecimento e de
ações concretas para a solução de problemas e necessidades sociais.
Esta Escola realiza por ano quatro grandes confraternizações envolvendo
a comunidade local: A festa da família em abril, a festa junina no inverno, a
noite natalina no início de dezembro e a confraternização de encerramento do
ano letivo. Todas envolvem as famílias e a comunidade local envolta. Além disso
promove feiras, campanhas de vacinação, campanhas de serviços públicos para os
cidadãos, como um dia para renovar carteira de identidade e outros documentos,
também trás ao colégio, em parceria com a prefeitura, as monitoras de cursos
profissionalizantes, de trabalhos manuais, costura, corte de cabelo, entre
outros. O colégio também realiza cursos de dança e fanfarra, envolvendo a
comunidade local. Semestralmente são convidados palestrantes, como temas dirigidos,
nesse semestre para as classes do EJA o tema foi mundo do trabalho.
Nesse semestre eu tive uma grata participação na organização das
palestras, porque trabalho numa empresa de comunicação, RBS TV, afiliada a rede
Globo, onde possui alguns palestrantes bem conhecidos no Estado. Convidei o
repórter da RBS TV e colunista do jornal Hora de SC, Edsoul (Edson Amaral), que
é um repórter muito respeitado pelo seu trabalho voltado às comunidades
carentes, já foi líder das comunidades nos morros de Florianópolis, com um trabalho
muito respeitado por todos. Sua palestra foi muito rica, trouxe a sua história,
as dificuldades que enfrentou como negro e de família simples, no mercado de
trabalho, mas que nunca desistiu do seu sonho. Na sua coluna, no jornal hora de
SC, colocou a matéria da sua palestra, cópia no anexo. O outro convidado, foi o
experiente apresentador do Jornal do Almoço, Mário Motta, 31 anos a frente do
telejornal de maior audiência do estado de SC e um dos maiores “shares” de
audiência nacional e que também é colunista do Jornal Hora de SC. O palestrante
Mario Motta, falou de um assunto muito pertinente para o momento: Ética,
obediência ao que não é obrigatório. Na sua palestra falou de sua difícil, mas
feliz infância no circo, do pai que, com apenas o terceiro ano primário, lia
livros para eles, lembrou que o pai comprou toda a coleção de Eça de Queiroz na
época. Aprendeu, com o pai, o bom hábito da leitura, muito importante para quem
vivia no circo e tinha muita dificuldade para frequentar regularmente a escola.
A palestra foi sobre ética, o palestrante ressaltou que ter ética, ou ser
ético, não depende dos outros, mas de cada indivíduo e está nas pequenas
atitudes. Falou de sua formação acadêmica tardia, mas completa, incentivando
aos alunos do EJA a darem continuidade aos seus estudos, que nunca é tarde para
isso. Dias depois, um dos alunos nos relatou que no dia da palestra ficou
acordado até as duas horas da madrugada, pensando, pois ia parar após se
formar, mas que a palestra o motivou a continuar e realizar seu sonho de
concluir a faculdade de administração.
2.4. ATIVIDADES DOCENTES E DISCENTES
A turma 301, do terceiro ano do EJA, possui 33 alunos matriculados,
houve algumas desistências, mas bem poucas. A classe é heterogênea quanto à
faixa etária, a maioria é de jovens, entre 20 e 30 anos de idade, são bem
atuantes e unidos. Os alunos, dessa turma, tem um grupo de WhatsApp, exclusivo
para tratarem assuntos relacionados à escola, repassam matérias, tiram dúvidas,
lembram de provas marcadas, tratam assuntos dos trabalhos e é atividades
propostas, se ajudam e se motivam. A professora de história desta turma, Mylene
da Silva Pontes, é formada na UNISUL e está fazendo mestrado. A professora
Mylene, é a supervisora do meu estágio na escola, ela fez um planejamento
semestral muito organizado e bem definido, ela é muito focada no cumprimento
deste, usa uma metodologia bem diversificada para aplicação do ensino, usa o
projetor quando necessário, para exibir documentários, filmes de história e
mapas, trás textos em cópias e também escreve no quadro. Nas atividades usa
muito de inteiração e a participação dos alunos é quase que total. Numa destas
atividades, a professora pediu para que os alunos fizessem em casa, em dupla,
um trabalho sobre as campanhas de vacinação atuais, comparando ao que aconteceu
quando da revolta da vacina, em 1904. Na apresentação do trabalho em duplas, trouxeram
diversas campanhas usadas: Aids, Sífilis, Gripe , Dengue, entre outros, tem
alunos que trabalham na área da saúde, onde enriqueceu em muito o conteúdo para
aprendizagem. Sobre a revolta das chibatas, foi feita uma atividade com a
música de João Bosco e Adir Blanc, “Mestre-Sala dos Mares”, homenagem a João
Cândido, líder da revolta. Nas aulas da primeira e segunda guerra foram usados
mapas, através da projeção e também um mapa físico grande, mostrando a transformação
do antes, para o após guerra.
O corpo docente é unido, identifiquei um clima de amizade,
companheirismo e solidariedade entre os professores, muito se deve ao
coordenador do EJA, Natal, que é muito atuante e flexível, acompanhando de
perto as necessidades de todos e socorrendo nas dificuldades que porventura
apareçam. Entre os alunos também não vimos nenhum tipo de problema maior, outro
mérito do coordenador Natal, que não deixa os grupos se dispersarem, qualquer
aluno que sai, ou está no pátio no momento das aulas, ele se aproxima de forma
flexível e o direciona a voltar a sua respectiva classe. No relacionamento
professor/aluno e vice-versa, também não vi grandes problemas, pelo contrário,
vi respeito mutuo. O corpo docente tem reunião bimestral pedagógica e
administrativa, três horas pedagógica e 40 minutos de assuntos administrativos.
Para manter a ordem, motivação e crescimento do grupo, a escola cumpre
as orientações sobre a avaliação de todos os colaboradores, inclusive os
professores, efetivos e temporários..
A escola possui
uma comissão de avaliação, formada pelas três diretoras, dois coordenadores e
dois supervisores. Esta comissão avalia o desempenho funcional do servidor
admitido, tanto em caráter temporário ACT, quanto os efetivos. A avaliação é
semestral e é realizada levando em conta o comportamento, a qualidade de
excelência e a superação, quanto ao seu desempenho na escola. O corpo diretório
da escola, com está avaliação em mãos, dá um feed back aos colaboradores, individualmente, para que este possa se
situar e melhorar sua participação, pois o conceito é encaminhado para a
secretaria de educação, para posterior reconhecimento do profissional no plano
de carreira da escola ou possível crescimento profissional dentro da escola. Já
os ACTs são encaminhados também à secretaria de educação, para documentação,
podendo até impedir uma futura renovação, caso tenha uma avaliação muito
negativa.
A organização dos
planejamentos semestrais, dos professores, primeiramente respeita-se o PCN
Municipal, avalizado pelo MEC. Há uma comissão selecionada na escola para
preparar o PCN da escola, essa comissão dividisse por disciplinas, cada
comissão se reúne e faz o seu planejamento do currículo anual, das suas
respectivas disciplinas, na EJA o currículo é semestral. Deste currículo geral, cada professor faz o
seu plano de estudos por bimestre, tendo a liberdade de usar a sua metodologia
de ensino. O currículo é planejado e finalizado, analisando a característica de
cada turma, ou seja, na EJA as turmas são de alunos mais maduros, e que a
maioria trabalha durante o dia, já o ensino fundamental diurno, são
adolescentes que moram com os pais.
Abaixo citações
nos FORUNS, referentes às experiências em sala de aula, com suas respectivas
datas de postagens:
EDSON IAHN 6 de março 2017 às 23:02:14
Boa Noite!
Boa Noite!
Vim agora de uma aula dupla de história, na turma 301 do ensino médio, no CEM Antônio Francisco Machado, com a professora Mylene Pontes. O assunto foi bastante interessante: O início da república no Brasil. A professora Mylene usou bastante a interação com os alunos enriquecendo muito a aula. Deu um trabalho para os alunos, buscar as manchetes dos jornais de 15 de novembro de 1889 e montar a sua manchete sobre o assunto, analisando se os jornais foram imparciais ou não. Minha contribuição no FORUM, sobre um tema que deu polêmica saudável na sala de aula: A proclamação da república foi uma revolução ou um golpe e por quê?
Grato,Edson Iahn
EDSON IAHN 18 de março 2017 às 11:22:42
Bom dia!
No final da aula dois tem esse exercício para debater no FORUM !:
Debater no Fórum I sobre a cultura docente
Reconhecer a formação de professores-reflexivos e escolas-reflexivas.
"A cultura escolar está fortemente ligada à filosofia da escola, ou seja, sua missão, e é ela que dirá como a escola vê o educando no processo educativo e sua projeção para a vida social, intelectual" e profissional: No PPP da escola encontramos temas da missão da escola e na sua participação com a comunidade entorno, mas principalmente em como preparar o aluno para a vida. Um dos objetivos da escola no ensino médio e preparar o aluno para o vestibular, também as provas do ENEM, que hoje são tão importantes. "A cultura escolar, construída de modo subjetivo tem no professor um dos seus maiores propagadores de modos de ver, agir e pensar uma sociedade, nela que se encontram os traços marcantes da sociedade e sua época, nela que se torna visível o modo como a sociedade na qual esta inserida vê a escola e suas funções”: De fato o professor é muito importante na formação do caráter do aluno, o preparando para viver em sociedade e ser bem sucedido profissionalmente.
Grato, Edson
EDSON IAHN em resposta a MARTA DE CARVALHO SILVEIRA
28 de março 2017 às 21:27:40
Boa noite!Há! Faltou essa parte, hehe, vejo a diretora Sônia muito comprometida em fazer com que o PPP funcione, percebo que há ainda carências quanto ao envolvimento da comunidade entorno, mas com os familiares dos alunos, vejo uma integração muito grande. Já a professora Milene em sala de aula, usa muito bem esse lado de ajudar na formação do caráter do aluno, procurando prepará-lo para viver em sociedade e ser bem sucedido; Por exemplo, na aula que falava sobre a revolta da vacina, ela pediu para os alunos fazerem um trabalho sobre as campanhas atuais de vacinas e passou a importância de valorizar as campanhas de vacinação e os benefícios destas. No assunto das oligarquias e o voto do cabresto, aproveitou para falar sobre o voto consciente e não se deixar levar por qualquer indução. A questão da escravidão, levou o assunto numa inteiração para perceberem qual prejudicial a uma pessoa é a discriminação, entre outros.
Grato, Edson
EDSON IAHN 20 de março 2017 às 22:42:50
Boa Noite!
Cheguei agora da aula de estágio dupla, turma do terceiro ano do ensino médio (EJA), estou gostando muito dessa turma, vejo a maior parte dos alunos participativos nas aulas. Hoje conheci algo interessante, a turma tem um grupo de WhatsApp no qual incluíram todos alunos da turma, que aceitaram ser do grupo. Nesse grupo eles lembram trabalhos a ser entregue, lembram de provas marcadas, repassam matérias e trabalhos, inclusive quem não participou da aula tem acesso a essa matéria. Primeiro achei muito bom, depois fiquei na dúvida pois poderia favorecer os "malandros" da turma, mas depois formei minha opinião. Gostaria de saber a opinião dos colegas e da professora a respeito.
Grato,
Edson
MARTA DE CARVALHO SILVEIRA em resposta a EDSON IAHN
28 de março 2017 às 16:31:11
Esse recurso tem sido muito usado pelos alunos, Edson e realmente pode ser de grande utilidade. Procure observar como os alunos lidam cotidianamente com este recurso e insira essa vivência em seu relatório, Edson.
EDSON IAHN em resposta a MARTA DE CARVALHO SILVEIRA
28 de março 2017 às 21:30:48
Boa Noite!
Obrigado pela resposta, que bom que tem esse recurso, ontem na aula vi que usaram esse meio para se comunicarem sobre um trabalho a ser entregue, o problema que com isso quase todos fizeram o trabalho com o mesmo assunto e a professora Milene não gostou muito e aproveitou para orienta-los nesse sentido.
Edson
MARTA DE CARVALHO SILVEIRA em resposta a EDSON IAHN
7 de abril 2017 às 10:41:56
Mais uma experiência interessante e mais uma forma de entender que o uso da tecnologia convive com a sala de aula, mas precisa de orientação, Edson.
EDSON IAHN em resposta a MARTA DE CARVALHO SILVEIRA
28 de março 2017 às 21:30:48
Boa noite!
Obrigado pela resposta, que bom que tem esse recurso, ontem na aula vi que usaram esse meio para se comunicarem sobre um trabalho a ser entregue, o problema que com isso quase todos fizeram o trabalho com o mesmo assunto e a professora Milene não gostou muito e aproveitou para orienta-los nesse sentido.
Grato, Edson
MARTA DE CARVALHO SILVEIRA em resposta a EDSON IAHN
7 de abril 2017 às 10:41:56
Mais uma experiência interessante e mais uma forma de entender que o uso da tecnologia convive com a sala de aula, mas precisa de orientação, Edson.
EDSON IAHN 30 de março 2017 às 16:48:08
Boa Tarde!
Nessa semana, na experiência de sala de aula, a professora Mylene usou o projetor de tela, para ilustrar as aulas sobre o período da primeira república, onde o assunto era as 5 revoluções: Revolta dos Canudos, Revolta das Vacinas, Revolta das chibatas, Batalha do Contestado e Greves Operárias. Na guerra dos Canudos usou uma charge de um velho monge com um cajado na mão, na revolta das vacinas usou uma charge do médico Osvaldo Cruz com uma grande seringa na cintura, para vacinar a população, isso enriqueceu muito essas aulas. O assunto terá continuidade na semana que vem. Na matéria sobre a revolta das vacinas a professora pediu para os alunos fazerem um trabalho de campanhas de vacinação atual e fazer uma comparação com a revolta da vacina. Se existe rejeição hoje, como houve na época. As duas aulas foram muito ricas, o tempo passou rapidamente, houve bastante participação dos alunos.
Grato,Edson
MARTA DE CARVALHO SILVEIRA em resposta a EDSON IAHN
7 de abril 2017 às 10:43:38
Muito boa a estratégia da professora, Edson. Não esqueça de inserir estas observações no item 2.4 do seu relatório.
EDSON IAHN 3 de abril 2017 às 22:06:58
Boa Noite professora Marta e colegas!
Hoje em sala de aula a professora Milene, numa turma de terceiro ano do ensino médio, deu continuidade ao assunto sobre as revoltas no período da primeira república, de ênfase a duas revoltas: A revolta da Chibata e revolta das vacinas, na segunda aula teve um trabalho que era em responder perguntas sobre o assunto. Na aula sobre a revolta das chibatas a professora usou a letra da música, " O Mestre Sala dos Mares", de João Bosco, para interagir com os alunos. Essa música foi feita em homenagem a João Cândido, que foi o líder dessa revolta. A professora colocou a letra original da música e a letra alterada pela censura no tempo da ditadura e fez a seguinte pergunta? Por que o governo da época trocou algumas palavras da letra, Almirante por navegante, Bravo marinheiro por bravo feiticeiro entre outras. Compartilhando como exemplo de inteiração em sala de aula que eu achei muito interessante.
Grato,Edson
MARTA DE CARVALHO SILVEIRA em resposta a EDSON IAHN
7 de abril 2017 às 10:52:01
Ok, Edson! Não esqueça de inserir estas observações em seu trabalho.
EDSON IAHN 12 de abril 2017 às 00:03:58
Boa noite a todos!
Professora Marta, abaixo segue um resumo sobre a aula dupla que ministrei nessa semana na turma 301 noturno, do EJA, terceiro ano do ensino médio. Procurei usar o ensino das aulas 7, 8 e 9 desta matéria, que dão os procedimentos para preparar o plano de aula, no qual o objetivo principal é que os alunos dominem os conhecimentos do assunto transmitido. Meu plano de aula teve os seguintes itens: tema, objetivos, desenvolvimento, metodologia e atividade. O tema foi à primeira guerra Mundial, ministrado em duas aulas seguidas, com intervalo de 15 minutos. Início 19h 25, término 21 h. Objetivo: Fazer com que os alunos dominassem o assunto principal da primeira guerra mundial, por isso entreguei uma folha com uma foto de uma trincheira (porque a primeira guerra foi chamada de guerra das trincheiras por alguns autores) e o mapa da Europa da época e na sequência tópicos destacando os fatos principais que antecederam a guerra, no período desta e o fim da guerra.Desenvolvimento: Entreguei a folha a todos, passei tópico por tópico, mostrando os antecedentes da guerra, entre eles as feridas do século XIX, que ficou entre alguns países da Europa da época, por situações mal resolvidas. Destaquei a formação dos dois blocos, tríplice aliança e tríplice entente, gastei um pouco de tempo com o estopim da Guerra, o assassinato do imperador Austro-Húngaro, Francisco Ferdinando, por último o que levou ao fim da guerra com a entrada dos Estados Unidos e a assinatura do tratado de Versalhes. No contexto falamos da mudança de lado da Itália no meio da guerra e da saída da Rússia, devido ao estouro da revolução russa. Metodologia: Eu pretendia passar um documentário de 10 minutos, com um resumo da primeira guerra mundial, mas os projetores estavam ocupados. Então procurei sintetizar na folha uma imagem da guerra e o mapa da Europa da época, para ficar gravado e se localizarem. Na primeira aula me detive a passar o assunto e deixei claro que poderiam interagir com perguntas, em alguns momentos fiz perguntas, para quebrar um pouco o desenvolvimento do assunto e gravarem melhor. Na segunda aula, iniciei com a participação do Brasil na Guerra, enfatizei que pela primeira vez foram usados tanques e aviões e que a guerra num primeiro período foi de trincheiras e depois com movimentos. Na metade aproximadamente da segunda aula, trouxe quatro questões usadas em concursos públicos sobre o assunto, já que é uma turma que está terminando o ensino médio, usei essas questões para inteiração, passei uma por uma e interagimos sobre as respostas, foi bem produtivo e teve bastante participação, ajudando a gravar bem os fatos principais da primeira guerra mundial.
Grato,Edson Iahn
MARTA DE CARVALHO SILVEIRA em resposta a EDSON IAHN
14 de abril 2017 às 12:20:44
Ótimo, Edson! Não esqueça de inserir esta vivência no item...
3. CONSIDERAÇÕES FINAIS
A cultura escolar está fortemente ligada à filosofia da escola, ou seja, sua missão. No Centro Educacional Municipal Antônio Francisco Machado, vimos um grande interesse por parte do corpo docente em não só ensinar, mas preparar o aluno para a vida, ou seja, a aprendizagem. A missão principal é a formação do bom caráter do aluno, preparando-o para a vida em sociedade, transformando e sendo transformado. A escola ainda busca uma maior aproximação da comunidade envolta, isso ainda não alcançou seu objetivo pleno. Entendemos que há uma grande demanda escolar, com folha e recursos enxutos, dificultando o cumprimento total dessa missão, mas já existe um bom planejamento em andamento nesse sentido.
A conclusão desse estágio, na turma 301, do terceiro ano do ensino médio, do EJA, somado aos outros dois estágios, fundamental e fundamental EJA, me trouxe grande crescimento pessoal. Posso dizer que transformei e fui transformado, pois consegui entrar no grupo dos alunos, algo que de início pensei impossível, mas fui muito bem aceito, passei a conviver com seus anseios, suas dificuldades, suas barreiras e suas superações. Um momento muito gratificante foi quando consegui dois palestrantes importantes, que voluntariamente se colocaram a disposição e vieram ao auditório da escola e ministraram suas palestras, com dois temas bem pertinentes para o momento: Ética e superação. Conseguiram mostrar que é possível viver eticamente, isso não depende de ninguém, só do indivíduo e que nenhuma barreira é o limite para parar, é possível ultrapassá-las, como o atleta faz na sua competição, para chegar ao final. Na palestra sobre Ética, o palestrante disse, num determinado momento: - A única coisa que não podemos fazer é NADA.
Citando alguns autores mencionados na aula dois da matéria prática de ensino e estágio supervisionado em história III:
“A etapa realizada no ambiente escolar teve como objetivo desenvolver nos acadêmicos um olhar questionador. Com o pré-projeto em mãos, utilizado como bússola, o acadêmico participava das atividades do setor determinado em seu cronograma, buscando conhecer o funcionamento do mesmo e a integração dele com os demais segmentos da unidade escolar. Amparados pelas discussões que orientaram a elaboração do material, aproveitavam este momento para observar as ações dos profissionais no ambiente escolar e aprender com eles.” (Cassol Carbello e Croce, 2009). habilidades nas áreas de interesse do aluno”.
Mais que isso, é no momento do estágio que o acadêmico vê realmente como é a realidade cotidiana e a complexidade da sua futura área profissional. (Roerch (1999).
Tracz e Dias (2006, p. 2) citam Bianchi (1998), que diz que se o estágio supervisionado for visto como:[...] uma atividade que pode trazer imensos benefícios para a aprendizagem, para a melhoria do ensino e para o estagiário, no que diz respeito à sua formação, certamente trará resultados positivos, além de estes tornarem-se ainda mais importantes quando se tem consciência de que as maiores beneficiadas serão a sociedade e, em especial, a comunidade a que se destinam os profissionais egressos da universidade.
Acompanhando essa realidade aprendi a valorizar a profissão do docente, porque ela tem o poder de transformar, onde se ensina, mas muito mais, se aprende. Aprendi muito nesse período, aprendi a respeitar mais ainda as diferenças, aprendi que temos que procurar entender as dificuldades individuais do aluno e como isso pode influenciar no seu aprendizado e minimizar esse fator para ele.
No mais, quero ser um docente que respeite e lute contra as desigualdades, que possa ser útil à sociedade, preparando cidadãos melhores, participando ativamente do processo de ensino e aprendizagem dos alunos, sabedor da complexidade que envolve essa tão nobre profissão.
Quanto à escola, entendo que a escola tem que ter uma identidade institucional, como disse um palestrante, num vídeo de uma das aulas do curso. O aluno ao entregar o seu currículo numa empresa, quando o entrevistador ler o nome da escola, tem que saber que este candidato teve uma excelente formação de ensino e aprendizagem, isso tem que ser destaque nos itens do currículo. A C.E.M. Antônio Francisco Machado, está no caminho certo, possui um corpo docente atuante e solidário e uma direção presente e dinâmica.
4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
BIANCHI, Anna Cecília de Moraes, Maria Alvarenga, Roberto Bianchi.
Orientação para Estágio em Licenciatura, São Paulo: Pioneira Thomson Learning,2005.
CROCE, Marta Lucia. O ensino com pesquisa no Curso de Pedagogia
e a formação de gestores para a educação. Curitiba: PUCPR, 2003.
Dissertação de Mestrado em Educação
DISCIPLINA: Prática de Ensino e Estágio Supervisionado de História III
Professora Dra Géssica Góes Guimarães Gaio. Estácio de Sá.
Acessado em 2017 - todo o primeiro período de 2017.1.
FLORESTAN, Fernandes. O que é revolução. SP: Brasiliense,1981, p.7 e 8.
HOBSBAWM, Eric. Da Revolução Industrial Inglesa ao Imperialismo.
Editora Forense Universitária.
MARINO, Denise Mattos & STAMPACCHIO, Léo, História 7º ano.
Ed. IBEP, São Paulo, 2014.
PILETTI, Nelson & PILETTI, Claudino. História e Vida Integrada. 7º Ano.
Ed. Ática, São Paulo, 2010.
Projeto Araribá. História. 7º ano. Ed. Moderna, São Paulo, 2010.
ROESCH, S. M.Azevedo. Projetos de estágio e de pesquisa em Administração:
guia para estágios, trabalho de conclusão, dissertações e estudos de caso. 2.ed.
São Paulo: Atlas, 1999.
CASSOL CARBELLO, Sandra. Uma experiência de ensino com pesquisa na formação
do pedagogo, Maringá, UEM, Estágio em Gestão Educacional.
SCHWARCZ, Lilia Moritz. O Espetáculo das Raças, Cientistas, Instituições e
Pensamento Racial no Brasil: 1870-1930 – Companhia das Letras, 1993.
SCHWARCZ, Lilia Moritz. Retrato em Branco e Negro: Jornais, Escravos e
Cidadãos em São Paulo no fim do século XIX - Companhia das Letras, 1987.
Site facebook, CEM Antônio Francisco Machado,
https://www.facebook.com/pages/CEM-Antonio-Francisco-Machado,
acessado em 17/04/2017
TRACZ, M.; DIAS, A. N. A. Estágio Supervisionado: um estudo sobre a relação
do estágio e o meio produtivo. 2006.
VAZ, Maria Luiza & PANAZZO, Sílvia. Jornadas Históricas. 7º ano. Ed. Saraiva,
São Paulo, 2012.

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